terça-feira, 8 de outubro de 2019

Só faz sentido um "homem" ser feminista no caso de também ser um ótimo cafajeste

Achou o título estranho?



Pois bem.




Vejamos: sexo sem compromisso.




Por definição, quando se é cafajeste não é necessário ter comprometimento sentimental algum. As investidas podem ser ABSOLUTAMENTE esquematizadas, pautadas minuciosamente no perfil psicológico da, vejamos... vítima!




Especialmente daquelas mais fragilizadas ou desavisadas, sabe? Aquelas que terminaram recentemente um relacionamento ou que mesmo com ele ainda em curso estejam carentes de atenção.




O cafajeste tem toda a atenção do mundo, mas travestida de migalhas. Típico de cafajeste.




Iludir "alminhas puras", quem sabe? Dá pra brincar à beça.




E se engravidar? Aborto, ora essa. Prato cheio! Direitos reprodutivos já.




Não ter compromisso em manter uma família, trabalhando para sustentar os seus, passando diversos perrengues, se dedicando para sempre melhorar a relação, preocupar-se com provisões, etc?




Opa! Tô nessa. É muito mais fácil.




Deixar de criar bem os filhos, provendo-lhes educação, moradia, alimentação, cuidados médicos?




Rapaz! Sonho de consumo.




É um ótimo negócio ser feminista, sendo "homem".




Só que não... Isso nem de longe é ser homem, mas um arremedo de macho. Vulgo "cafa".










Não peço para que ninguém concorde comigo. Pensem o que quiser a respeito do que disse.




O feminismo pode ter trazido várias oportunidades às mulheres, é verdade. No entanto, afirmo com toda certeza: hodiernamente quem mais se beneficia é o cafajeste.








Posso estar deslocado da realidade ou sendo demasiado simplista dizendo essas coisas, porém não arredo o pé do meu "lugar de fala" (sic), que é o de quem realmente quer construir uma família, se dedicar ao outro às últimas consequências e entregar um ótimo resultado nesse tocante.




Há uma frase famosa, salvo engano da Madre Teresa de Calcutá que diz algo como "(...)deseja fazer diferença no mundo? Vá e ame sua família". E é bem isso mesmo.




No dia a dia vemos lares destruídos, filhos desprezados, pais abandonados.




Não quero ser um desses. Não quero integrar essa ordem de estatísticas.




Erro e erro bastante. Não venho com discurso moralista sair pregando em alto e grosso tom coisas que não faço. Estou apenas contanto uma pequena parte da grande luta que tomei para mim quando assumi o compromisso de cuidar e proteger minha família.




Não é tarefa fácil. A luta é enorme. O compromisso é diário. A cobrança, por mais que não apareça, também é alta.




Se não colocamos nossa cabeça no lugar de vez em quando dificilmente saímos ilesos das turbulências. Deus provê, mas também nos ensina pelos nosso atos desviados. A punição é disciplinar, e não porque ele quer nos ver sofrer. Ele só quer nos ensinar, mas somos burros demais para ouvir com o coração aberto.

segunda-feira, 7 de outubro de 2019

Escrevi aqui pela última vez já há três anos

Acredito que no fim das contas escrevo aqui para mim mesmo.

Caso alguém acabe achando interessante e por isso mesmo querendo acompanhar, fico feliz. É bom ter quem leia aquilo que produzimos de modo sincero, sem um fim específico.

Sempre acreditei que nos expressar é uma forma de aliviar a pressão que a realidade nos impõe -- uma verdadeira válvula de escape.


Quanto mais me expresso, mais me entendo e melhor entendo a posição dos outros ao meu redor, seja ele desde um colega de trabalho, passando por minha família até minha própria esposa. Escrevendo me encontro tanto no presente quanto quem fui no passado, o que por conseguinte permite que guie-me melhor no futuro, nos passos que inevitavelmente virão.

Tudo isso pode ser um tanto óbvio, porém sou grato pela capacidade de poder fazê-lo, de poder exprimir com o maior grau de precisão aquilo que realmente penso, ainda que seja assim, quase que irrisório, quase que banal. Escrever, isso me alivia.

Tenho tantos desejos, porém eles acabam virando um nada quando não emprego ação; e isso é a receita certeira para frustração.


Preciso urgentemente melhorar de vida, melhor minha condição financeira. Desejo o melhor àqueles que amo, porém sem uma boa renda não poderei entregar o suficiente e o ciclo de frustrações acabará se perpetuando.

Fico feliz por nos últimos tempos não estarem existindo tantas brigas. Talvez eu esteja amadurecendo junto à minha esposa Leia. Tudo está mudando, especialmente minha vida.

Apenas aqueles que estão cheio realmente transbordam. Quero ser sempre desses na vida, propiciando e incentivando o melhor àqueles que quero bem.

Já são quase três da manhã. Gostaria de continuar "divagando" por aqui, mas é melhor ir dormir.


Há muitas coisas a serem conquistadas. Deus é bom demais comigo e no final das contas acabo sendo ingrato.